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Conhecer as suas forças e fraquezas,
saber situar-se no negócio e na envolvente, bem posicionar-se
em relação à concorrência, identificar e dotar-se dos meios
e alavancas correctas que possam transformar a ideia num projecto
e este numa realidade, são hoje parte dos desafios que as
empresas devem enfrentar, independentemente da sua dimensão.
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A globalização,
a evolução demográfica e a revolução operada nas Tecnologias
de Informação (TIC) têm modificado as regras de funcionamento
dos mercados tradicionais e á fortiori no modo de
aproximar os mercados emergentes. Uma das consequências induzidas
foi a da transformação imposta às empresas nos seus modos
operacionais. Sendo a concorrência cada vez mais agressiva,
a empresa, grande ou pequena, não pode hoje
lançar um projecto, tomar uma decisão estratégica condicionante
do seu futuro, sem primeiro visionar as oportunidades possíveis,
os custos, riscos e condicionantes, ou seja desenvolver a
sua capacidade de prospectiva.
Nem todas as empresas possuem os recursos para incorporarem
uma célula de I.E. na sua organização. O recurso à consultoria
externa torna-se nestes casos, uma medida ajustada, passando
a integrar a cultura da empresa.
Consideramos normal que o CEO de uma multinacional decida
rodear-se de conselheiros que o ajudam na tomada de decisão
estratégica. Vemos raramente o Responsável de uma PME reconhecer
que a sua “visão” pode ser complementada e que isolado, torna-se
mais difícil vingar num mercado cada vez mais complexo, em
que enfrenta uma concorrência cada vez mais aguerrida e global.
Os modus operandi passados, tornaram-se hoje muitas
vezes obsoletos e a empresa que não souber funcionar dentro
das novas regras e condições tenderá a desaparecer.
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